Existe uma grande sala com porta giratória e muitas prateleiras, essa porta ou portas (não sei ao certo se é apenas uma)são locais obrigatórios poronde todas as coisas passam, o tempo , as pessoas, os acontecimentos e as coisas intangÍves empurram as portas. E nesse girar louco de portas as prateleiras vão ficando cheias de souvenirs, alguns ocupam grande espaço e ficam nas prateleiras mais baixas perto dos olhos e das mãos, outros são pequenos e podem se esconder no meio de qualquer prateleira cheia. Os souvenirs não tem lugar marcado, o que ontem estava perto das mãos hoje pode estar na prateleira mais alta e acabar sendo esquecido por um tempo, e ainda tem aqueles souvenirs quebrados que quando menos se espera escorregam das prateleiras espalhando cacos por todo o chão, mas até esses continuam nas prateleiras nem que seja em pedaços. Cada pessoa tem a sua sala de prateleiras com souvenirs e portas giratorias, e quantas vezes nós mesmos repetimos o girar de nossas portas no conflito de Ser e Estar no mundo, ficando tontos até acabar tombando para um dos lados. É uma sala mágica! Todos entram e ninguém sai; Bom sair até saem mas não sem antes deixar um souvenir e todos deixam mesmo que não saibam o que deixaram. Como chegar nessa sala? É fácil! Já estamos todos dentro dela. O nome? É bem simples, olhe para o teto e você verá as estrelas, quando fechar os olhos as estrelas formaram um nome:VIDA
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Carrego o peso da lua, Três paixôes mal curadas, Uma saara de paginas Essa infinita madrugada.
Viver de noite Me faz senhor do fogo. A vocês, eu deixo o sono. O sonho, não. Esse, eu mesmo carrego.
(Paulo Leminski)
E quando o leite derrama mesmo após apagar o fogo é sinal de que não há mais o que fazer só nós restar limpar, se a chuva começa já forte correr ou andar não faz a menor diferença no final do trajeto estaremos molhados do mesmo jeito. O que realmente interfere é o tempo, se o leite secar a mancha vai ser mais difícil de limpar, se a chuva começa e paramos na metade do caminho quando ela passar estaremos tão molhados que é resfriado na certa.
Há momentos em que clamamos por pausa; fim. Mas entre o dia e a noite tem o crepúsculo e parar antes de ver a dança das corres é desperdício de vida, é negar a si mesmo a doce embriaguez da existência.
Que ao menos o sonho sirva como ímpeto para dar o próximo passo.
Vagaria nua pelo centro da cidade entre o antigo e o novo, por todo Rio de Janeiro, Paris, Londres, Lisboa e nada veriam. Seria apenas uma forma de vida, um corpo que se mostra igual a todos os outros. Curiosos olhariam com a falsa idéia de enxergar ; nada veriam. Poderiam até tocar, nada sentiria nem vergonha ou invasão: Não se invade um corpo. Nada saberiam. Sê misterioso que o nú esconde , a roupa nada guarda é pura ilusão. Um despir-se inocente que se torna mistério com o pacto mudo e inconsciente de não mostrar-se a ninguém.
A Flor que nunca morre esqueceu que não tinha praso de valiade e comecou a murchar. Esqueram-a no sol, o tempo tava seco não havia uma gota de chuva para fazer crescer uma nova folha ou adubo pra alimentar. Veio a brisa , o sereno e nada a fazia reagir. Noite, angústia, respirar era impossivel o tempo corria e o fim vinha a cavalo. Em um sopro de morte descobriu não mas saber ser flor, só sobrou espinho? Na hora da morte se agarrou ao fio de vida. Corre! Ela clama por salvação. Haverá salvação?!?
Se olhando no espelho: - Minha franja ta tão grande, tão grande; que ta quase virando cabelo! Lendo a placa de quanto tempo os matériais demoram para se decompor: -Quer dizer que eu posso mascar o mesmo chiclete por 5 anos? Olhando a janela do msn: -Tia o que quer dizer Raissa (-) menos conversa? Diante de um prato de canja: -Mamãe! Eu ñ quero esse arroz mijadinho!
sábado, 18 de julho de 2009
As palavras. Ah, as palavras que poder elas tem. Quem me derá muitas vezes ter ficado muda à ter deixado que saíssem dos meus lábios para voarem ao vento. Porque falar essa tal evolução que nós faz "superior" pode muitas vezes ser a perdição do homem. Uma pequena intonação errada e é o fim ! O segundo não volta mas as palavras, elas ficam. As palavras. Ah, as palavras elas são meu refúgio e minha distruição.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Era estranha a falta de dor, era como se tivesse secado, aquela dor pulsante parecia ser seu coração que bombeava vida e de repente... Some!
Medo? Não isso não era bem o que sentia era uma estranheza, uma surpresa talvez. Ela primeiro teve o receio de não mas sentir temeu ter secado dava dois passos para traz como quem tenta voltar no tempo - Teria mesmo sido uma boa idéia se jogar no abismo e ficar ali flutuando na consciência de vida? Não tem nenhuma raiz, folha ou pequena pétala para se segurar.
Então acalmou-se dizendo palavras de conforto como quem reza (tinha Fé em si) e votou a Ser leve.
Ser, era isso! Antes doía não ser, mas a consciênca de Si é perigosa quando não se está pronto para assumi-la. Mas ela estava Sendo, não queria mais nada querendo sempre tudo.E seguia sentindo apenas aquele gosto de vida, sem rumo apenas seguia Sendo...
domingo, 5 de julho de 2009
Ela estava de pé na beira do abismo, encolhia os dedos na terra húmida tentando se segurar de alguma forma ao chão.Foi quando uma leve brisa bateu e teve uma força inexplicável, então ela Brilhou! Seu corpo parecia um vulcão e ao mesmo tempo uma estrela. Estava serena,calma e tão cheia de vida, tão cheia de Si!Abriu os dedos e deixou que se desgrudassem os pedaços de terra que ainda a ligavam ao chão e Largou-se, não sabia se caia ao flutuava. E foi maior do que jamais imaginou Ser.
Vocês saem como caçador e na metade da noite descobrem que são a caça, que graça neh amigos. Não se espantem, a essa altura vocês já deveriam saber que as mulheres assumiram seu papel de Femme Fatale, na multidão de corpos, cabelos e cheiros que saem, dançam, bebem e se divertem pela noite estão mulheres que já não tem mais medo de se mostrar.
Pelas ruas da cidade vagam colecionadoras de homens: elas não se contentam em morder tem que mastigar para deixar marcas, elas os colocam na estante onde suas barbies costumavam ficar na infância quando a brincadeira acabava. Não se engane ao achar que ela está mais perto , quando você piscar os olhos ela já foi embora.
Então cuidado amigos (desculpa amigas) mas eu tenho que assumir todas as mulheres são um pouco colecionadoras (se não de homens pelo menos de paixões) umas mais sutis outras avassaladoras, sim as mulheres são cruéis e sem que vocês percebam estão sempre sendo testados. Calma, o cortejo, o galanteio e o cavalheirismo ainda são valorizados mas as meninas cada dia mais faceiras gostam do jogo de sedução, de se provar capazes e tudo tem razão para ser.
Aprenda que “queimamos” nossos sutiãs e jogamos fora os cadeados dos nossos cintos de castidade não somos mas mulheres de Atenas assumimos nosso lado de filhas de Vênus , em 100 anos revolucionamos a nossa forma de se portar na sociedade. Esse é o nosso século e não tem que ter mais esse estigma do que seria coisa de homem ou de “mulherzinha”.
Vai fala, fala logo tudo que tem pr'a falar entre bocas, caricias, salivas, mãos sujas de outros toques, olhos que refletem vários rostos, cabelos que guardão um cheiro que não é só seu, a macies de sua pele impregnada de outros amores -Diz que me ama! ( Amor, amor sim eu sei que você me ama sei que é capaz de me amar ).Ta bom, você já me disse que carinho não se pede, mas pr'a você eu não tenho vergonha de pedir, me deixa continuar aqui deitado na sua perna gosto de sentir suas unhas no meu couro cabeludo.
Eu penso; eu tremo; eu mordo os lábios e estalo os dedo. Você tenta inutilmente me acalmar, me dizendo para ficar tranquilo,-Calma, calma está tudo bem amanhã é outro dia. E você não percebe, é disso que eu tenho medo, do outro dia que vai nascer e eu sei que os momentos ao seu lado estão chegando ao fim ou você gosta de ser cruel?!Não, não estou cobrando nada é que você as vezes me dá medo esse seu ar independente, livre, essa fluidez leve que me arrebata. Eu sei, você já me disse que não vai embora que quando se deu conta eles tinham passado e deixado lembranças e foram sem dar explicações ou ao menos um adeus, mas você já me contou que fugiu uma ou duas vezes quando viu que ia ficar sério.
Estar com você é dormir em uma cama de pregos, é ter medo de desequilibrar o peso, mas eu falo com o medo de furar a perfeição mesmo sabendo que posso ter colocado tudo a perder no momento em que olhei nos seus olhos e abri a boca , as palavras sempre estragam tudo.
Não! Eu não quero me calar cada vez que mergulho nessa iris castanha fico louco, os desejos e necessidades latentes que não consigo decifrar escondidos nos seus olhos caleidoscópicos.Eles sempre vão estar na minha mente cheia de dúvidas, até meus cabelos ficarem brancos ou até que eu não os tenha mais.
Mas nem tudo está perdido, a minha capacidade de amor fulgás que eu pensei ser uma das maiores foi superada pela sua. Sim, eu sei que você sofre que até o amor passar (por mais rápido que seja) você também sente vazio e abandono até que um belo dia acorda e percebe que só ficou o carinho e as boas lembranças. Juro que não vou sumir! Lá vou eu de novo fazendo tudo que você me pede para não fazer, eu já sei... - Sem promessas. Mas eu posso apenas concluir?!Nem tudo está perdido, quem sabe a minha forma fulgás junto com a sua não se torna eternidade, quem sabe a gente não encontrou o que procurava em outros rostos, quem sabe?!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Perigos de um dia de chuva:
( Cada gota de chuva traz junto de si um segredo. Quando a primeira gota cai ela revela para o que veio.)
A gota que cai no rosto pode ter ido ali antecipar uma lágrima.Uma gota de chuva pode trazer notícias ruins
Se estiver de branco, as gotas que escorem pelo seu corpo e agarram sua roupa podem revelar um corpo nu para despertar desejo!
Caso esteja alheio a vida a gota que te escolheu pode ter ido com a missão de despertar; então quando ela te encosta gelada tem mais poder que um desfibrilador.
Para uma formiga ela pode representar perigo.E a formiga terá que correr desesperadamente porque cada gota tem o poder de uma tsunami.
Se estiver na idade de acreditar em papai Noel as gotas podem indicar um banho com sorriso no rosto, mas se estiver muito frio as gotas que viraram poças podem ser um convite para pular.
Se fizer parte da tribo do terno sem guarda-chuva, as gotas que molham a sua peça principal podem indicar: atraso, estresse e roupa ensopada, inadequada para reunião
Se for depressivo e o tempo lhe interferir no humor a gota de chuva que cai nos cabelos e vai se embrenhando até encontrar o couro cabeludo no meio de uma tarde cinza pode indicar a hora certa de refazer o estoque de Prozac.
Para quem sempre anda com um guarda-chuva dentro da bolsa chegou a hora de usa-lo, mas se tiver menos de 60 anos isso irá revelar a sua velhice precoce
As gotas de chuva também podem maltratar os sedentários que no meio de uma caminhada até o carro são obrigados a correr das gotas que caem loucas por um lugar no qual se agarrar e quando eles acham uma marquise para se refugiar o oxigênio falta.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Naquele dia a placenta criou vida, por que a vida precisava de uma forma. Então pariu! Sem ajuda de parteira o parto ocorreu; aquela vida era auto suficiente. Nasceu para fora e Cresceu para dentro. Quando saiu não era mais placentaeratudoque se é e não se pode ver. Já tinha sido de tanto jeito, mas sempre encontrava um jeito novo para Ser.
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Rapidinha: ( De criança)
Sabe, eu tinha uma tartaruga Ai um dia ela sumiu Procurei por todo o quintal Sabe, quando eu era pequenininha Mamãe disse que o gavião tinha levado a tartaruga Eu fiquei triste Mas eu gostava de imaginar que ela saiu voando por ai Sabe, um dia eu cresci e descobri que o cachorro matou a tartaruga Mas eu prefiro imaginar que ela saiu voando por ai
Era dia, e ela não se importava se era manhã, tarde ou noite era tudo questão de cor.
As letras vermelhas do relógio marcavam 09:00h, é era manhã - mas naquele momento isso não fazia nenhuma diferença na sua vida - se levantou sentiu o piso gelado sob os pés foi em direção a varanda e olhou sem ver nada, foi para o banheiro fazer aquele mesmo ritual de higiene de toda manhã. Saiu do banho olhou o espelho embaçado que era incapaz de refletir seu rosto hoje definitivamente não era seu dia de ver.Passou pela sala ainda pingando aquela água com cheiro de sabonete, aquelas poças de água formavam um rastro por toda a casa até chegar a cozinha , ela parecia ter feito de propósito para alguém poder acha - lá, e o silêncio ecoou em meio as colheres, xícaras, garfos e eletrodomésticos a falta de vontade de mexer em tudo aquilo não deixou que ela desse mais nenhum passo, saiu dali deixando uma poça ainda maior e formando outro rastro de gotas cheirosas esse agora levava ao quarto, nesse já não tinha poça usou a toalha para o que ela serve e a jogou sobre a cama abriu a gaveta e procurou alguma calcinha em tom pastel - é ela não tinha nenhuma - então pegou qualquer uma , que diferença fazia ninguém ia ver mesmo, pegou um jeans, uma blusa branca e um all-star pronto poderia ir a qualquer lugar assim, pegou a primeira bolsa que viu no cabideiro e jogou tudo que precisava lá dentro carteira e.... E mas nada por hoje isso já era mais que o necessário, voltou a sala travou uma luta com os objetos até achar a chave que se escondia em baixo de uma almofada no sofá. Abriu a porta olhou o silêncio - sim o silêncio ali tinha forma - desceu as escada, mesmo sendo oito andares era melhor do que ter que esbarrar com algum conhecido no elevador e ter que explicar porque ela estava com aquela cara de nada - estava ou tinha? ela não sabe – Na metade do caminho lembrou, não tinha penteado o cabelo ou tinha? e foi recapitulando desodorante, perfume, roupa e pente? É nada de pente, bom melhor esquecer o pente do que a roupa neh - continuou seu caminho. Mas pra onde mesmo ela tava indo ? Ta ai ela não tinha pensado, no caminho se descobre. Então vamos em frente, depois de andar por varias ruas viu um Café aberto - com se ela tivesse olho para outra coisa, hoje estava com a visão selectiva via uma única coisa o resto era como borrões - entrou sentou em qualquer lugar pediu um café e alguns daqueles pães de queijo que estavam com uma cara ótima, então a mocinha simpática que a atendeu perguntou... -Mas alguma coisa? -Você vende Paz? ( e disse isso como quem pergunta se tem açúcar) -Não, ainda não temos.( disse sem perder a simpatia)
Pegou o açúcar colocou no café e comeu um pão de queijo, é estava realmente bom provou, o café estava um pouco amargo demais entretanto bebeu mesmo assim. Se levantou foi em direção ao caixa, parou no caminho em frente a uma prateleira com diversos produtos - é a mocinha não me enganou eles ainda não vendem paz, tem chocolate acho que serve - foi ao caixa pagou pelo café, pão e saquinho de chocolates. Voltou a rua, continuou sem direção andou, andou , andou até que avistou uma senhora sentada em um banco de praça que jogava pão aos pombos - ela também parecia alheia a tudo naquele dia, podia ser boa companhia - sentou ao seu lado e estendeu o saquinho de chocolate como se faz a um amigo. -Quer um? -Não, obrigada. É a diabetes sabe não me deixa comer essas coisas. -Hum... sei como é. E ficou ali sentada observando a senhora que em nenhum momento deixou de olhar os pombos e jogar as migalhas de pão,olhou cuidadosamente seus cabelos brancos, suas rugas de sorriso e sua linda bengala apoiada ao lado que pelo jeito devia ser feita de uma madeira muito boa, então a senhora se vira olha para o seu rosto e pergunta como se fossem velhas conhecidas que não se vêem a algum tempo. -E então querida como anda a vida? - Anda com as pernas e uma muleta, sabe como é depois de tantas topadas, baques e tombos ficam algumas sequelas.
Raissa D.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
"Engolia a vida · Quase não lhe mastigava · Sequiosa assim, parva, quase se engasgava" Galdino
E outra vez estou eu aqui diante de mim pensando nos porquês da vida - na falta que me faz aquilo que ia durar para sempre e teve um fim antes mesmo de chegar ao começo.
Na sede de tudo, na minha falta de entrega falta de coragem para me jogar do precipício. As coisas que tive foram todas fullgás (olha no que me tornei me refiro a tudo isso como coisas) como um sef-service louco da vida onde se pode pegar de tudo um pouco em pequenas ou grandes porções depende da vontade do momento em que se está.
Hora eu queria (e às vezes até tinha) de tudo um pouco, hora nada era o que eu procurava.
E a sede? Nossa tenho até receio de falar nela porque a cada instante aumenta essa sede de Mundo essa vontade de novo, podia ser tudo tão simples pegava todos os sabores desejados colocava-se em uma coquiteleira e batia tudo de uma vez com bastante gelo e virava o copo como quem toma uma dose já sedento por outra, isso mesmo vira-se tudo de uma vez nada de canudo porque canudo é falta de vontade e ameniza o efeito.
E o pior é saber que mesmo assim eu não estaria satisfeita eu e essa minha mania de querer que vem atrelada ao medo de se entregar por inteiro ou nem por inteiro mas pelo menos por uma boa parte ( nossa como eu estou repetitiva é tanto esse,essa, medo, entrega) mas eu não consigo me jogar parece que tem sempre uma corda amarrada na cintura pronta pra me puxar de volta.
Sim, eu já me joguei não foi Nossa! um salto ornamental, mas foi uma puladinha, daquelas que até tiram água da piscina.Isso! Piscina é um bom veiculo para minha explicação, então deixa eu ver...
Piscina é bom, agradável à gente pode boiar e relaxar mais o melhor da piscina é a hora que a gente entra o corpo ta quente e a água gelada e esse contato sempre desperta todo nosso sistema anatômico e mental, mas depois de um tempo o corpo se acostuma e cadê a água gelada?Cadê a euforia despertada no físico e no mental? Acabou, e a gente fica lá nadando de um lado pro outro e as quatro bordas nos limitando e a profundidade nem se fala - tão previsível e a graça acaba (e parece que comigo sempre é tudo mais rápido) e eu saio da piscina com aquele gosto de - É foi bom, só que eu preciso de mais. - e sigo esperando o sol pra me jogar de novo e fazer o coração bater mais rápido para bombear o sangue to pé até cabeça.
Meu negocio é o Mar onde por mais tempo q estejamos ali dentro a água nunca fica totalmente compatível ao nosso corpo se deixarmos uma pequena parte fora nem q seja só os ombros ao serem emergidos novamente sentiremos nem que seja de leve a sensação do despeitar, da renovação isso sem falar nas ondas que nunca são iguais uma pode vim de leve só fazendo uma massagem e a próxima te fazer levar um caixotes daqueles! que até deixam agente meio tonto, e a correnteza que puxa para dentro parecendo querer nos tragar pro fundo e dá aquele medinho de não conseguir se segurar e quando puxa um pouco mais forte nós obriga a tomar atitude e nadar.
É isso eu gosto de Mar! Gosto dessas oscilações, do hoje eu quero amanhã já não sei mais...
(o bom msmo seria estar em uma costa de corais onde pode se estar fixada e continuar c/ as sensações do mar)