
A Flor que nunca morre esqueceu que não tinha praso de valiade e comecou a murchar. Esqueram-a no sol, o tempo tava seco não havia uma gota de chuva para fazer crescer uma nova folha ou adubo pra alimentar.
Veio a brisa , o sereno e nada a fazia reagir. Noite, angústia, respirar era impossivel o tempo corria e o fim vinha a cavalo.
Em um sopro de morte descobriu não mas saber ser flor, só sobrou espinho?
Na hora da morte se agarrou ao fio de vida. Corre! Ela clama por salvação.
Haverá salvação?!?

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